Televisão

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Uma fonte rica de informação, uma forma de empresas comunicarem seus produtos, serviços e outros lançamentos, uma maneira sutil de manipulação das massas – muitos são os pontos de vista sobre a televisão, e o aparelho eletrônico mais popular das residências não só Brasil, mas em todo o mundo é certamente um item polêmico.

Logo quando surgiu e trouxe a população o encanto de ver em uma caixinha pessoas se moverem e interagirem, a TV abrigou novas fronteiras para o jornalismo, cinema, esportes e muitos outros assuntos. No início a programação era limitada e o conteúdo tinha de ser exibido ao vivo, diante da inexistência de uma tecnologia que possibilitasse a transmissão de gravações.

Muito se passou desde os primórdios do televisor. Empresas logo se viram diante de um recurso poderosíssimo de publicidade, governantes com uma ferramenta de campanha eleitoral e um novo universo começou a surgir. A realidade é que se de fato empresas e governantes usam a telinha para manipular, não pode ser afirmado com certeza. Mas cientistas começam a desbravar um campo diferente sobre alguns malefícios do eletrônico que antes era só especulação.

Estudos recentes de psicanalistas britânicos mostraram que, independente da condição financeira, social, moral ou genética de um indivíduo, se entre os zero e cinco anos de vida ele tiver uma exposição superior a 2 horas diárias de televisão, crescem drasticamente as chances dessa pessoa se tornar um obeso em potencial, desenvolver características como ansiedade, agressividade e até mesmo depressão.
Por enquanto não se sabe muito se o assunto propagado tem relação com os comportamentos dos telespectadores. Crianças que assistiam telejornal com os pais demonstraram uma quantidade baixa de endorfina no organismo – hormônio responsável pelo senso de felicidade e satisfação pessoal – assim como crianças que passavam a mesma média de tempo com a TV ligada em desenhos educativos.

Por outro lado, emissoras e produtores de conteúdo clamam que não há muito embasamento científico para comprovar que a TV é realmente um item que desenvolve problemas comportamentais nas pessoas e que o televisor é um item indispensável para se adquirir novas informações expandir o universo simbólico das pessoas.

Em meio a toda essa discussão, fica a cargo de um conhecido de todos nós, a Internet, de roubar a cena. Com uma possibilidade praticamente infinita de seleção do que se quer ver na hora que se quer ver, a televisão vem perdendo espaço para a programação seletiva que a Internet oferece. No ano de 2012, em uma pesquisa realizada no estado da Califórnia, foi constatado que 77% da população já recebia mais informação pela internet que pela TV, contra apenas 32% no ano de 2006.

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Após tantos eventos históricos que a humanidade testemunhou – do primeiro passo na lua ao Maracanazzo em 1950 – a Televisão vive seu momento mais crítico, e está a mercê da tecnologia para ter seu fim decretado ou sua existência perpetuada.

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