10 conselhos que roubei de pessoas mais produtivas do que eu

10 conselhos que roubei de pessoas mais produtivas do que eu

Ser mais produtivo é questão de escolhas; aprenda como fazer as certas

produtivas

Como todas as pessoas, eu gosto de pensar em mim mesmo como uma pessoa produtiva. Se eu sou, porém, é porque fui impiedosamente eficiente em uma coisa: roubar os segredos e métodos de pessoas que são bem mais inteligentes do que eu.

Em minha carreira, tive a felicidade de entrar em contato com autores renomados, empreendedores bem sucedidos, investidores, executivos, e pessoas criativas. Alguns não conheci pessoalmente, mas encontrei seus pensamentos em forma de livro. Sabendo eles ou não, eu incorporei o que julguei serem suas melhores ideias quanto a produtividade.

Abaixo estão os segredos que aprendi dessas pessoas. Obrigado, pessoal! Vocês me ajudaram a realizar mais coisas e a ser mais criativo.

1- Listar tarefas

Com Tim Ferris aprendi a arte da lista de tarefas. Uma simples e direta lista. Um cartão de anotações, cinco ou seis itens grandes e é isso. Todos os dias eu risco essas itens da lista e rasgo o cartão onde fiz as anotações. E esse é o sistema.

2- Guardar referências de livros

Robert Greene, renomado autor do livro As 48 leis do poder, me mostrou como ele cria seus livros. Seu sistema de notas mudou minha vida. Dobro as páginas de cada livro que eu leio e então volto e seleciono as informações que quero e as transfiro para cartões de anotações. Então organizo essas notas por tema em caixas. Hoje eu já acumulo centenas de milhares desses cartões, aos quais recorro quando preciso de uma anedota, fato, inspiração, estratégia, história ou exemplo.

Com Tobias Wolff, em seu livro Meus dias de escritor, aprendi a guardar tempo para digitar citações e passagens de ótimos livros. Faço isso quase todos os finais de semana. Isso me fez um digitador mais rápido, um escritor bem melhor e uma pessoa mais sábia. Do filósofo Montaigne, aprendi a importância de manter um livro de referências. Se algo chama a sua atenção, escreva, grave em algum lugar. Use depois. Simples assim.

3- Manter um diário

De Casey Neistat, popular realizador de filmes, artista e youtuber, aprendi o truque de sempre manter um Moleskine pequeno por perto, no qual escrevo todos os dias: pensamentos, lembretes, anotações, lições. Prefiro um que caiba no meu bolso, assim sempre tenho papel comigo. Os últimos meses foram incrivelmente difíceis e esse diário me ajudou a lidar com isso.

4- Produtividade no email

Com David Allen & Merlin Mann aprendi a importância de ter uma caixa de entrada sempre zerada. Sempre. Ramit Sethi tem umconselho que me ajuda a cumprir o primeiro: você não precisa responder todos os emails que recebe. O botão “deletar” é um jeito rápido de manter a caixa de entrada no número zero. Outra dica: há uma ótima citação de Napoleão sobre como ele adiava abrir cartas para que, quando ele finalmente as abrisse, os assuntos não muito importantes já estivessem solucionados. tento fazer o mesmo quanto aos meus emails.

5- Dizer não

“Não” é a uma palavra poderosa e produtiva, segundo James Altucher. Nós pensamos que somos obrigados a dizer sim a tudo, e então nos questionamos porque não temos tempo suficiente. Aprender a dizer não – “Não, obrigado”, mais especificamente – irá energizar e animar você. Faça isso o máximo que puder.

6- Desligar-se

Esqueço quem me deu essa ideia, mas nunca compre wi-fi para o avião. Esqueça a internet durante todo o voo. Atualize-se nas suasatividades. Pense. Leia.  aprendi um ótimo truquezinho. Deletar o app do Facebook do celular. Apenas faça isso. Confie em mim.

7- Colocar ideias em prática

Niki Papadopoulos, sempre diz: “Ok, então, tente colocar no papel”. Em outras palvras, ela quer dizer “comece as coisas”. Geralmente ela diz isso logo após eu explicar minha ideia para um  artigo. Planejar é ótimo, mas pessoas produtivas colocam as ideias e planos em prática.

8- Escutar a mesma música várias vezes

Acho que de Tucker Max eu roubei a ideia de ouvir a mesma música de novo e de novo. Isso faz com que você se desligue e entre em uma zona criativa. Minha playlist no iTunes é vergonhoso, mas não ligo. Ouvir a mesma música centenas de vezes é como eu consigo fazer tantas coisas em pouco tempo.

9- Escolher um ambiente produtivo

Aaron Ray .Ele é um produtor de cinema e gerente de imenso sucesso, mas eu reparei em uma coisa: ele quase nunca estava no escritório. E sempre tinha uma desculpa ridícula para isso. Eventualmente eu entendi o porquê: ele evitava as baboseiras do escritório que sugam tanto tempo das pessoas. Por não estar sempre lá, ele conseguia realizar muito mais. Conseguia ver o que era importante. E como um bônus extra, todos sempre estavam falando dele: “Onde está Aaron? Alguém viu Aaron?”.

Ainda sobre esse assunto, Frederick Douglass diz que “um homem é trabalhado por aquilo no qual ele trabalha”. A lição aqui é ficar longe de ambientes tóxicos, que impedem a produtividade, e tentar se afastar de problemas sem solução.

10- Não fazer tudo sozinho

Como agente de talentos, Aaron Ray me mostrou porque você nunca deve desperdiçar seu tempo ou seu dinheiro fazendo suas próprias negociações sempre. Esse conselho me ajudou bastante. Repasso perguntas a um especialista em falas públicas, projetos relacionados a livros a um editor, pedidos de entrevistas para um assistente, coisas relacionadas a televisão e filmes ao próprio Aaron etc. Sim, isso significa que eu os pago por isso, mas sabe o quê? Todos os serviços de valor têm um custo. Apenas um bobo representa a si mesmo em todo o tempo.

Empreendedorismo: da ficção à dura realidade

Empreendedorismo

Empreendedorismo: da ficção à dura realidade

Era uma vez um garoto que, apesar de nunca ter trabalhado, tinha ideias geniais e uma vontade muito grande de colocá-las em prática. “Jones” não imaginava que, para abrir seu próprio negócio, ele precisaria viver uma aventura cheia de desafios e lutar contra um impiedoso vilão: o Governo.

Como todo principiante, ele compartilha sua ideia com amigos e familiares e é estimulado a dar vida a esse projeto. Essa ideia parece uma “doença contagiosa” e toma conta do garoto. Ele não fala em outra coisa, não pensa em outra coisa. Só tem olhos para seu projeto e não para de imaginar em como será feliz quando ele se tornar realidade. Até mesmo a namorada não aguenta mais ouvi-lo falar sobre a tal aventura e de suas expectativas.

Em meio a todo entusiasmo e preparativos, surge o primeiro desafio: criar um bom nome. Uma tarefa difícil, principalmente quando o negócio precisa ter presença na internet – todo nome bacana que ele pensa em criar já existe e, quando não existe, alguém já registrou.

Nome escolhido, agora é preciso um logotipo. Será mesmo? Ainda não tem pesquisa de mercado, não estudou o consumidor, a concorrência e nem a viabilidade do negócio. Mesmo assim, ele vai em frente com seu projeto. “É uma ideia inovadora, não tem como dar errado”, pensa Jones.

Pois é assim mesmo que a maioria começa um negócio! Apenas no sentimento, na raça, na esperança de que tudo vai dar certo. E é aí que a verdadeira aventura começa! O empreendedor vai entrar em uma floresta escura e sem fim, mas com promessa de um pote de ouro no final.

Até então, é dia e os passarinhos cantam. O logotipo ficou lindo, o texto de missão, visão e valores é mágico – como manda o figurino – e o plano de negócios de quatro páginas está pronto. O sentimento de confiança continua: tem algo falando que esta é a oportunidade da sua vida, um oceano azul.

Mas, de repente, começa a anoitecer. Pediram um tal de ‘fiador’ para o aluguel de uma sala, além de um comprovante de renda. Mas que renda? Ainda não tem um negócio, muito menos renda! E o preço do aluguel abocanhou a poupança de Jones. Se ele não começar a vender logo, além de escurecer, vai começar uma terrível chuva. O jovem empreendedor começa a ficar assuntado, afinal, a linda e encantadora floresta começa a revelar um lado obscuro, frio e burocrático.

Após a noite mal dormida, em que as primeiras preocupações virem à tona, amanhece um lindo dia de sol. Chegou a hora de comprar os móveis e equipamentos para mobiliar a loja. Este é um momento mágico, seria quase “o grande final de um filme”, no qual Jones beija a mocinha. Mas é aí que o tiro sai pela culatra e deixa nosso herói desacordado por dias, quase em coma. Ele gasta mais do que deve. Compra decoração, uma mesa mais bonita, um computador mais potente, um quadro para parede onde tinha um horizonte azul pintado…

Depois do baque, levanta atordoado e se dá conta de que as compras estão parceladas no cartão e a data de vencimento da fatura ainda está longe. Os móveis chegam, a internet é instalada, que dia mágico! Fica arrumando sua casa na floresta até altas horas e, depois, reúne os amigos em volta da fogueira para comemorar! “Amanhã tudo começa e minha vida vai mudar! Fiz o que precisava fazer”, pensa o empreendedor Jones.

Na manhã seguinte, nosso aventureiro acorda animado e vai à luta. Mas logo cedo descobre que precisaria ter um eterno aliado: o contador (embora ele só traga péssimas notícias). Lá se foi mais dinheiro para um tal contrato social e para os primeiros impostos…
Como se trata de um negócio novo e pequeno, Jones contrata dois funcionários. Em seguida, recebe da contabilidade mais impostos para pagar. As contas se acumulam antes mesmo de realizar sua primeira venda. Já ansioso com a situação, Jones senta-se em sua mesa e pensa que ainda não chegaram as contas de água, luz, IPTU e por aí vai…

Quando registra sua primeira grande venda, felicidade total? Não! Percebe que deve pagar mais impostos, emitir uma nota fiscal pelo que vendeu. Isso, sem contar o valor que já havia pago por todos os produtos que estavam em sua loja. A chuva nesse momento é acompanhada de raios e trovões e está quase ininterrupta. Já desesperado, o empreendedor Jones lamenta: “Eu não tinha pensado em todos esses valores quando coloquei preço no meu produto. Como vai ser agora? Meu lucro, onde vai ficar? Como repassar esses valores para os meus clientes? Mas vou assim mesmo! Já cheguei até aqui, vamos em frente!”.

Deste dia em diante, raramente fez sol na floresta.

Infelizmente esse “conto” é mais comum do que se imagina. Empreender transforma os empreendedores em aventureiros.

Mas de uma coisa eu tenho a certeza: todos são heróis! E os que permanecem no mercado são, ainda, mais, pois enfrentam os desafios e os monstros da floresta diariamente, sem exceção.

Seja Um Empreendedor —»»»  CLICA AQUI

Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

Por que felicidade não tem nada a ver com dinheiro

O segredo da felicidade? O cérebro

O segredo da felicidade? O cérebro

O segredo da felicidade? O cérebro

“Uma força para o bem: A visão do Dalai Lama para nosso mundo”.

Para dar uma pausa em uma longa viagem de carro, o Dalai Lama tinha sido convidado para um almoço oferecido por uma família de posses. Ao usar o banheiro da casa, ele notou que o armário que ficava acima da pia estava aberto.

E não pôde deixar de perceber que estava cheio de remédios para dormir, analgésicos e calmantes.

“Muitas pessoas acham que dinheiro é a fonte de uma vida feliz. Dinheiro é necessário, útil – mas mais e mais dinheiro não traz felicidade”.

De fato, se as pessoas possuem renda suficiente para suprir as necessidades da vida (isso seria cerca de 70 mil dólares por ano, por família), estudos apontam que um adicional financeiro representaria cerca de um por cento de sua satisfação com a vida.

Sendo assim, o que faz a diferença quanto aos nossos sentimentos de bem-estar?

Baseado em novos dados que revelam a reciprocidade entre as áreas pré-frontais do cérebro, que conduzem nossas emoções, e as áreas centrais do cérebro, como a amígdala cerebelosa, que produz sentimentos como raiva e ansiedade, encontrou-se quatro bases sólidas para o tipo de felicidade na vida que não tem nada a ver com riquezas:

– PUBLICIDADE –

1.Recuperação rápida de aborrecimentos

Algumas pessoas se apegam a preocupações e meditam sobre o que lhes está afligindo ou aborrecendo por horas ou mesmo dias. Outros conseguem superar com rapidez aquilo que lhes desconcerta ou irrita, então preste atenção no seguinte: essa recuperação rápida nos ajuda a voltar a um estado de bom humor mesmo quando a vida se mostra dolorosa.

2. Manutenção da positividade

Quando mais negativa a nossa visão geral das coisas, mais elas nos incomodarão. As pessoas que conseguem enxergar o mundo e a vida com otimismo e positividade tendem a se aborrecer ou entristecer com bem menos frequência e relação às provações emomentos da vida.

3. Empatia e altruísmo

Preocupação com nossas próprias questões e assuntos coloca nosso foco somente em nós mesmos. Se pudermos, porém, atentar para aqueles ao nosso redor, perceberemos quando eles precisarem de ajuda. E se os ajudarmos, nosso cérebro nos recompensa com uma onda de bons sentimentos. É um bom ciclo.

4. Foco

Uma mente que vagueia ou fica presa a preocupações tende a nos deixar para baixo, entristecidos. Uma mente que se liberta dessas preocupações e presta atenção ao que está acontecendo no aqui e agora nos torna livres de nossas negatividades e mau humor.

A boa notícia: essas chaves para o bem estar, baseadas no cérebro, podem ser fortificadas. Uma rota direta para isso está em praticar e nutrir um comportamento compreensivo e atencioso. Como diz Davdison, bem estar é uma habilidade na qual podemos melhorar.

Quatro atitudes para enfrentar a crise

Quatro atitudes para enfrentar a crise

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada cidadão tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Conheça quatro atitudes que serão capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiado

Quatro atitudes para enfrentar a crise

Quatro atitudes para enfrentar a crise

Até o ano passado tivemos quase duas décadas de uma ilusória bonança no nosso País. E como resultado hoje temos um baita desequilíbrio dos principais indicadores macroeconômicos: inflação crescendo muito mais do que o desejado, economia praticamente estagnada e taxa de câmbio muito instável.

Este cenário vem impactando dois importantes personagens econômicos. Os investidores, cada vez com menos confiantes no nosso país e mais freio de mão puxado. E os consumidores, com “poder de compra” diminuído, selecionando melhor seus gastos para não viver na inadimplência. Com investidores investindo menos e os consumidores consumindo menos, a crise se estende e não será superada em curto prazo.

Por essa razão, prefiro dizer que estamos atravessando um novo ciclo. A crise levará ao menos todo este ano de 2015 e grande parte de 2016. Nossa economia está passando por um macro ajuste para sanar as sequelas de uma série de decisões erradas tomadas anteriormente.

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada cidadão tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Então, seja você dono de uma empresa, funcionário contratado ou trabalhe por “conta própria”, vale a pena focar em quatro atitudes capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiador:

1 – Esteja mais próximo do que nunca dos seus clientes – Esta não é a hora de cortar verba de publicidade e se afastar da mente dos clientes. É o momento de se mostrar, de ganhar relevância, de adequar produtos/serviços às necessidades que o mercado exige. Quem não estiver junto dos clientes, arrisca-se a ser esquecido.

2 – Desenvolva pessoas – Um erro muito comum em tempos de crises é diminuir a verba de treinamento. Este sim é um belo tiro no pé. Capacite as pessoas que trabalham na sua empresa ou equipe, ofereça um verdadeiro significado para que todos atuem de forma mais propositiva e comprometa-os com os desafios da empresa. E lembre-se sempre: as pessoas compõem o “motor” de uma empresa. Se elas não estiverem satisfeitas, não sairemos do lugar.
3 – Tenha olho vivo nos custos invisíveis – Dê especial atenção à estrutura de custos da empresa. O custo da improdutividade, da perda de tempo, das reuniões desnecessárias e da falta de foco é muito mais alto do que se imagina. Num momento em que os custos do nosso país estão elevadíssimos, temos que fazer mais por menos. Não podemos ser complacentes com estes custos só porque eles não habitam as planilhas financeiras – mesmo que para extingui-los seja necessário “readequar” a cultura organizacional.

4 – Reinvente produtos e serviços – Já que não podemos aumentar os preços do que ofertamos na mesma proporção que crescem os custos da nossa economia, a alternativa é inovar para que a margem de lucro não diminua. Ouça o que o cliente tem a dizer, pratique a cocriação e agregue novos valores ao que a empresa oferece. Não veja a crise como algo unicamente negativo, pense “fora da caixa” e aproveite todas as oportunidades.

O caminho para superarmos este novo ciclo não é optarmos pelo muro das lamentações ou procurarmos bodes expiatórios. Temos que entender a realidade que nos envolve, superar os ajustes inevitáveis e manter nossas empresas acessas.

Não é o momento de sermos pessimistas nem tampouco otimistas. É a hora de nos mantermos bem informados, adotarmos uma série de precauções (como as que sugeri acima) e continuarmos sonhando com o futuro do nosso país, mas com os pés muito bem fincados no chão.

É o momento de assumirmos as rédeas do nosso destino e seguirmos em frente com foco, determinação e perseverança. E acredite: vamos sair dessa! É só uma questão de tempo…

Crie o seu próprio negócio na Internet e obtenha a liberdade que tanto deseja –»» CLIQUE AQUI

A arte do Branding

A arte do Branding

Não é preciso ter muito dinheiro para construir uma marca poderosa; investir no que as pessoas organicamente pensam e falam da marca é o segredo

portrait of young girl screaming in front of chalkboard with speech bubble

A arte do Branding

 

No mundo real, os recursos não são infinitos; você não tem o produto perfeito; e nem consegue vender a um mercado em crescimento sem competição. Você também não é onipotente, então não pode controlar o que as pessoas pensam de sua marca. Partindo dessas premissas, grande parte das empresas precisam de toda a ajuda que puderem obter.

Esses são os meus conselhos para você.

Seja superior

Estabeleça sua marca em cima de condições positivas como “criar significado”, “fazer o bem”, “mudar o mundo”, e “tornar pessoas felizes” – não destruindo a concorrência. Quando foi a última vez que você comprou um produto somente para prejudicar seu concorrente? (Talvez usuários da Macintosh ainda o façam). Se você quer vencer a competição, consolide no mercado uma marca inspiradora e motivadora; não tente criar uma marca com base em um desejo bobo de destruir a concorrência.

Foque em uma mensagem

Criar e comunicar uma só mensagem de branding já é difícil o suficiente, mas muitas empresas tentam estabelecer várias delas porque querem “o mercado inteiro” e têm medo de serem encaixadas em apenas um nicho. “Nossos computador é feito para a lista das 500 empresas mais ricas segundo a revista Fortune. Ah, e claro, é para o consumidor comum usar em casa”. É preciso encarar o fato de que a Volvo não pode ao mesmo tempo exalar segurança e sensualidade, ou a Toyota, vender a ideia de carros econômicos e luxuosos.

Escolha uma mensagem, trabalhe com ela por pelo menos um ano e analise seu potencial. Se não valeu a pena, pode trocar. Mas não tente vender várias mensagens ao mesmo tempo, nem troque a ideia principal a cada poucos meses.

Fale com clareza

Não fale por jargões ou expressões datadas. Se suas declarações de posicionamento de marca usam acrônimos, por exemplo, pode ser que muita gente não entenda seu branding ou que ele não se torne duradouro. Uma dica é perguntar a seus pais se eles entendem esse posicionamento, para testar se ele fala de forma universal.

Faça o teste do oposto

Quantas vezes você leu a descrição de um produto assim? “Nosso software é seguro, rápido e fácil de usar”. Empresas usam esses adjetivos como se nenhuma outra alegasse que seu produto também é seguro, rápido e fácil de usar. A não ser que seus concorrentes usem os antônimos dos adjetivos que você usa, sua descrição é inútil. Nunca vi uma empresa dizer que seu produto era vulnerável, lento ou difícil de usar.

Espalhe a mensagem internamente

Digamos que você criou a mensagem de branding perfeita. Como dizem os judeus, “Mazel Tov”. Agora espalhe essa mensagem de cima a baixo na organização. Departamentos de marketing de muitas empresas presumem que uma vez que eles divulgam releases para a imprensa ou colocam o anúncio no ar, o mundo inteiro entende a mensagem. É improvável que a própria empresa o faça. Portanto, comece com os diretores e vá descendo na hierarquia até João da recepção, de forma a fazer com que absolutamente todos os funcionários entendam o branding da empresa em que trabalham.

Examine o reflexo

Você sabe que mensagens manda, mas de fato não sabe que mensagens as pessoas recebem. Aqui está um conceito importante: você deveria pedir a elas para te explicarem de volta a mensagem que você mandou, para que entenda como na realidade ela é interpretada. No fim, não é tanto o que você fala, mas o que as pessoas ouvem.

Foque em mídias sociais, não em propaganda

Muitas empresas desperdiçam milhões de dólares tentando estabelecer marcas através de publicidade. Dinheiro demais é pior do que dinheiro de menos porque quando você tem muito, muito dinheiro, gasta com coisas bobas, como comerciais do Super Bowl. Sua marca é construída em cima do que as pessoas falam sobre você nas mídias sociais, não o sobre o que você fala sobre si próprio. Pessoas dizem coisas boas sobre você quando (a) seu produto é incrível (b) você consegue que outras pessoas falem bem desse produto.

Lute por uma marca mais humana

Grandes marcas alcançam um grande nível de humanidade. Elas falam com o consumidor enquanto indivíduo, não como parte de um mercado. É o “meu iPod”, “meu Macintosh”, “minha Harley Davidson” e “minha garrafa de Coca”. Em contraste, ninguém pensa “meu Microsoft Office”, então eu não diria que a Microsoft tem uma grande marca, ainda que as pessoas falem “meu xBox”. Infelizmente, para a Microsoft, “xBox” e “Microsoft” não estão intimamente ligadas na mente do consumidor.

Agora, pare e faça a pergunta de 1 milhão de dólares: “se não gastarmos nada em marketing, as pessoas conhecerão nossa marca e entenderão aquilo que ela representa?” Porque o mundo real do marketing é assim: você não tem um grande orçamento para marketing, então tem que depender de pessoas para “criarem” sua marca para você.

Gostaria de aprender a trabalhar na internet, criando a sua marca e
fazendo o marketing ideal para as pessoas certas ?  –»» FAÇA AQUI O REGISTO

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

Numa Entrevista a Robert Cialdini, um dos principais especialistas em persuasão no mundo; que apontou algumas maneiras para convencer as pessoas em diferentes momentos.

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

Como convencer as pessoas a dizerem “sim” para você

O que é preciso fazer para que as pessoas digam “sim” em algo que pedimos ou que propomos?

A pergunta não é apenas relacionada a uma proposta comercial ou na busca por mais consumidores de um produto. Meu questionamento está direcionado a um modo geral: vida amorosa, amigos, chefe, investidores…

Afinal, o ato de “convencer” está presente em todos os momentos da nossa vida, desde o convencimento de levar os amigos naquele barzinho novo que abriu, de conseguir colocar a namorada para assistir um jogo de futebol 😉 , de buscar uma ajuda naquele projeto com o colega de trabalho ou da faculdade, ou até mesmo na hora de apresentar a sua empresa a investidores.

Nessa hora entra em jogo um fator que muitos creditam ser uma habilidade natural para poucos: a persuasão. Mas não se engane! Por mais que a persuasão esteja ligada a questões comportamentais, há mais de 30 anos ela é estudada como ciência – e como tal, pode ser ensinada e aprendida. Um dos defensores dessa tese é Robert Cialdini, uma das maiores autoridades sobre o tema no mundo, professor emérito de Psicologia e Marketing da Universidade do Estado do Arizona (EUA) e autor do best-seller “As armas da persuasão”.

Ele defende que a persuasão é formada por seis princípios: reciprocidade, escassez, autoridade, compromisso, simpatia e consenso.

Qual seria a sua definição de persuasão?

Para mim, a persuasão é a habilidade de levar as pessoas a dizer “sim” para nós por causa da maneira que apresentamos um pedido, recomendação ou proposta.

Hoje vivemos numa era de muita informação. Todos estão conectados o tempo inteiro e somos bombardeados por propagandas, interações das empresas buscando nossa atenção para que compremos. Com tanta concorrência, como ser persuasivo e encantar os consumidores?

Fazemos isso aproveitando um ou outro dos seis princípios universais de influência. O primeiro é a reciprocidade. As pessoas devolvem o tipo de tratamento que recebem de você. Em segundo lugar está a escassez. As pessoas vão tentar aproveitar as oportunidades que você tem a oferecer-lhes que são raras ou estão diminuindo em disponibilidade. O terceiro é a autoridade. As pessoas serão mais persuadidas por você quando, para elas, você mostre conhecimento e credibilidade sobre o tema.

O quarto é o compromisso. As pessoas vão sentir a necessidade de cumprir com o seu pedido, se ele for coerente com o que elas se comprometeram publicamente na sua presença. Em quinto lugar está a simpatia. As pessoas preferem dizer ‘sim’ ao seu pedido à medida em que elas te conhecem e gostam de você. Não há surpresa nisso. E a sexta é o consenso. As pessoas estarão propensas a dizer ‘sim’ ao seu pedido se você lhes der provas de que pessoas como elas dizem ‘sim’.

Vamos imaginar duas situações profissionais diferentes. Uma delas é um funcionário que deseja pedir aumento para o seu chefe. A outra é um empreendedor lançando uma nova startup. O que ambos poderiam fazer para serem mais persuasivos?

Ambos podem ser mais persuasivos lembrando que a coisa mais importante para fazer um pedido de persuasão não é o próprio pedido, mas sim o que você faz antes de fazer esse pedido. Este é um pequeno segredo que é entendido muito bem pelos profissionais mais talentosos de influência, as pessoas que eu chamo de “mestres da influência“.

Na minha observação, eu descobri que aqueles que foram mais bem sucedidos em conseguir o que pediram, trabalharam muito primeiro para organizar um ambiente psicológico favorável para o seu pedido. Afinal, as pessoas não vão se incomodar em ouvir a sua oferta, desde que você tenha feito algo antes para fazê-las gostar de você, vê-lo como uma autoridade sobre o tema ou sentir um compromisso com a sua ideia. Ao estabelecer um ambiente de simpatia, autoridade, compromisso, obrigação, escassez ou consenso, você dá ao seu pedido o benefício de cair em solo fértil.

O que faz uma pessoa ser eficazmente persuasiva? É utilizar algum – ou vários – dos princípios da persuasão?

Definitivamente, todos nós podemos nos tornar mais influentes, aprendendo a usar os princípios da persuasão que estão disponíveis para nós nas situações que encontramos. Recentemente, eu percebi que, durante séculos, a capacidade de ser persuasivo foi pensada como uma arte. E isso é verdade. Mas há também uma ciência nela. E, se o processo é científico, significa que ele pode ser ensinado. Ele pode ser aprendido. Todos nós temos o potencial para nos tornarmos mais influentes como consequência.

Como Ganhar Dinheiro Na Internet Com a Empower Network

Este video tem como finalidade te explicar Como Ganhar Dinheiro Na Internet Com a Empower Network,
mas acima de tudo, como podes utilizar o mesmo
sistema para qualquer negócio que queiras !

Clica aqui para baixar GRÁTIS o meu ebook e saber mais
https://tonybarreira.leadpages.net/ebookleadyoutube/

Clica aqui para baixar GRÁTIS o meu ebook e saber mais
https://tonybarreira.leadpages.net/ebookleadyoutube/

Dicas para controlar as finanças pessoais

Dicas para controlar as finanças pessoais

Ter e acompanhar um orçamento financeiro para as
principais áreas de sua vida é uma das principais

dicas para controlar as finanças pessoais

 

Conseguir uma vida financeira saudável é igual construir hábitos de vida saudáveis em qualquer outro plano: dá trabalho, mas deve ser feito com disciplina e dedicação. “Sabemos que a natureza do ser humano é essencialmente imediatista, o que deixa ainda mais improvável que as nossas decisões sejam racionais e enfocadas no futuro, mas devemos tentar”, explica o consultor de finanças pessoais especializado no mercado brasileiro Nélio Costa. “Sabe porque é difícil controlar as finanças pessoais no dia a dia? Pelo mesmo motivo que construir um castelo de cartas é mais difícil que derrubar. O estado natural das coisas é o caos e na vida financeira também é assim”, completa. Pensando nisso, o especialista, com a colaboração dos executivos do Wally+, aplicativo para gerenciamento de finanças pessoais e lifestyle, dá algumas dicas para quem precisa de cuidado para controlar as finanças pessoais:

1. Acompanhe o seu dinheiro para não faltar no fim do mês:

Tenha e acompanhe um orçamento financeiro para as principais áreas de sua vida. Essa dica serve principalmente para quem tem um orçamento fixo ou que consegue ter uma previsão dos ganhos do próximo mês. Definir e seguir um orçamento mais baixo que a receita mensal é garantia de que sobre dinheiro ao final de cada mês. Pode não parecer fácil, mas com certeza trará mais resultados do que a grande maioria das tentativas de enriquecer que vemos por aí.

2. Liste todas as suas dívidas:

Quando você não sabe o tamanho da dívida, o melhor é listar em uma planilha todos os credores, sejam eles bancos, cartões, fornecedores ou amigos. Após saber para quem você deve, o próximo passo é listar o valor atual da dívida, e quanto está pagando de juros. A prioridade deve ser sempre quitar as dívidas nas quais se pagam os maiores juros.

3. Gaste seu dinheiro com o que te interessa de verdade:

O que vale mais, economizar ou curtir um happy hour? Se você tem muito interesse em sair com os amigos, é melhor gastar seu dinheiro nisso. Da mesma forma que se você quer muito fazer uma viagem, o interessante é investir nessa atividade. Gastar com lazer não deve ser um problema, desde que você tenha em mente que se você gastou todo o seu dinheiro nisso, depois não poderá se sentir mal por não conseguir comprar um bem mais caro ou investir em educação, por exemplo. O ideal é sempre saber o seu objetivo e maior interesse na hora de fazer uma despesa.

4. Espere 30 dias antes de fazer uma compra de sapato ou roupa:

Se quer comprar móveis, roupas ou sapatos a sugestão é sempre esperar 30 dias. Se após este período você ainda estiver com vontade de comprar aquele bem, compre-o. O ideal é sempre planejar bem estes gastos, para evitar a compra por impulso.

5. Tenha um aplicativo de controle de finanças pessoais no celular:

Poder saber em qualquer dia do mês o quanto ainda temos de dinheiro disponível para gastar ou que deve ser colocado em uma poupança é essencial. Os aplicativos de finanças pessoais chegaram para deixar esse controle muito mais fácil: antigamente, era preciso andar com um caderninho e passar todos os gastos para uma planilha no computador. “Com estes apps, você consegue registrar o gasto rapidamente. Se você gastou dinheiro seis vezes no dia, terá dedicado um minuto do seu dia para ter controle total sobre suas despesas”, afirma o especialista Nélio Costa.

6. Pense bem antes de pagar à vista:

Se está planejando suas férias de fim de ano, verifique se a agência de viagens dá um desconto à vista do mesmo tamanho da inflação (projetada para 7,7% em 2015), caso a resposta seja positiva, vale a pena pagar à vista. Caso contrário, parcele sem juros. “Do ponto de vista financeiro, não existe parcela sem juros, pois as vendedoras geralmente embutem o preço do juros no produto e, dificilmente, darão desconto à vista. Neste caso, quem paga à vista perde dinheiro, pois poderia deixar o valor investido e no fim do período teria mais do que inicialmente”, explica Nélio.

7. Aguarde pelas liquidações:

Quando for adquirir um bem e souber que a loja que o vende trabalha com liquidações, espere surgir uma. Não tem nada pior do que comprar algo e no dia seguinte descobrir que está na promoção! Então, aguarde um pouco as promoções, assim que o produto estiver com um valor mais barato, você irá adquiri-lo e caso você tenha conseguido um bom desconto, você poderá investir o valor que sobrou em alguma outra atividade.

8. Procure um consultor financeiro:

Quer comprar um carro? Um consultor financeiro pode lhe ajudar a montar um planejamento para esta compra fazendo você gastar o mínimo possível. Se não quiser ter um consultor, mas ainda quiser comprar um carro, o mais recomendado é a compra de um consórcio, com ele, você terá uma carta de crédito (que funciona como uma dívida automática todo mês), o que te ajudará a planejar e ter foco, para não se enrolar em dívidas. Com consórcio, você paga mensalmente um valor e pode retirá-lo do crédito mediante um sorteio ou adiantando parcelas.

9. Calcule as parcelas para não ultrapassar 30% da sua renda:

Na hora de comprar um apartamento ou uma casa, o ideal é calcular exatamente como serão as parcelas e certificar-se de que conseguirá pagá-las, afinal, o banco não permite que a parcela comprometa mais que 30% da sua renda, mesmo que você esteja disposto a colocar 60% do seu salário na parcela. É comum conhecer pessoas que deram a entrada, pagaram as taxas e comissões, e o financiamento não foi aprovado pelo banco. O que acontecerá é que você perderá grande parte do valor destinado à entrada do apartamento.

Outro fator importante é ter sempre uma reserva financeira que lhe permita pagar ao menos três prestações caso haja algum imprevisto.

10. Invista e fique de olho na inflação

Se você está começando sua vida financeira agora, o tempo é seu grande aliado. Investir com regularidade, um pouco por mês, trará um patrimônio interessante em alguns anos. No entanto, acompanhe sempre a inflação e preste atenção em como ela pode corroer seus esforços para o futuro caso você não fique sempre de olho nela.

Invista num negócio com estabilidade e que possa ser escalado de modo a ser você a decidir quanto ganhar no fim do mês!
Claro, não se esqueça que isso requer dedicação e muito trabalho mas no fim, compensa sempre 😉

Sonhar é tudo?

Sonhar é tudo?

É algo que todos fazemos. Mas é preciso mais

Sonhar é tudo

Eis um verbo que mexe com as pessoas e sempre chama atenção. É um tanto agradável, quando paramos a mente e começamos a pensar nas possibilidades, em tudo aquilo que buscamos. Afinal, sonhar não tem idade, gênero, sexo, religião. É simplesmente algo que todos fazemos. 

Porém é muito comum nos debruçarmos nesse mundo mágico de coisas incríveis, que supostamente estão próximas a nós e sentirmos aquela sensação agradável, que com um certo esforço conseguiremos alcançar.

Algumas pessoas, quando saem do êxtase desse pensamento, para analisarem como fazê-lo e torná-lo realidade, já desistem. Afinal, notam que sonhar é apenas uma parte do processo. Muitas, no entanto, resolvem ir um pouco mais longe e dizem: “eu devo tentar”. Nobre engano para o cérebro. Afinal, quem tenta, apenas já está se permitindo fazer algo com a grande chance de dar errado.

O que fazer, então?

Em primeiro lugar, desejar. Você precisa despertar no seu cérebro aquela vontade grande de querer algo, de que você almeja tanto para não ficar apenas parado ou desistir. Não existe o primeiro passo se você não quer a ponto de começar a caminhada.

Logo após esse desejo intenso, vem o segundo critério: disponibilizar-se. Seja a evoluir, aos relacionamentos, novos aprendizados e habilidades. Você precisa estar aberto ao novo que vai acontecer, se permitir e abrir sua mente para essa frente que busca alcançar e serão necessárias mudanças.

Em terceiro lugar, colocar energia. Só assim você realmente estará andando em direção ao seu sonho. Você precisa de combustível para aquela ideia inicial tão agradável que pensou, desejou e disponibilizou-se a.

Você pode pensar agora: “Mas eu tenho sonhos grandes e são muitos.” Isso é muito bom. Porém não fique só pensando que eles são tudo e suficientes, e não aceite a ideia de tentar.

Afinal, como eu sempre digo, “um sonho será apenas um sonho enquanto você não quiser o suficiente e começar a se mover em direção a ele”.

CLICA AQUI para começar a fazer os teus sonhos acontecer

CLICA AQUI para receber mais informações 

Como ser bom em fracassar

Como ser bom em fracassar

O fracasso faz parte da vida de todo empreendedor. Mas quem disse que isso é ruim?

Como ser bom em fracassar

O ano passado me ensinou muito sobre fracasso. Ao que tudo indica, foi um ano de sucesso. Meu negócio cresceu . Ao mesmo tempo, não existe um só dia em que não sou rejeitado por todos — desde clientes em potencial até fregueses .

Quando você almeja a lua, você será atingido pela rejeição bem antes de alcançar qualquer estrela. Eu descobri que a chave para prosseguir na jornada é não deixar que o ato de fracassar te faça sentir um fracasso. É aí que entra o otimismo. Séries de pesquisas já demonstraram que otimistas são mais bem sucedidos que pessimistas. Pessoas que enxergam o copo metade cheio fazem mais dinheiro, têm casamentos melhores e vivem mais do que os cínicos mundo afora. Otimismo é um atributo particularmente importante para os empreendedores.

Começar um novo negócio de risco é como andar na montanha-russa mais vertiginosa do mundo. Um minuto você está no topo, no outro você está tão no fundo do poço que acha que nunca mais vai ver a luz novamente.

Otimistas se confortam com a glória do topo da montanha e presumem que os vales vão passar. Pessimistas estão mais suscetíveis a desprezar o sucesso, taxando-o de casualidade, e a culpar a si mesmos quando coisas ruins acontecem. Mas o otimista dentro de mim insistiu que tudo isso era uma oportunidade de aprendizado e de crescimento.

Falhar é, absolutamente, a melhor forma de aprender. Tanto que os empreendedores de startups chamam isso de pivotear (ou simplesmente pivô). Se quiser transformar uma má situação em um pivô, você precisa estar em um momento de desânimo e voltar a focar no que você pode aprender de bom nessa situação de fracasso.

Restabelecer o foco no lado positivo da coisa não é fácil, especialmente quando suas perspectivas são sombrias. Mas, assim como você pode treinar seu corpo para se adaptar em corridas de longa distância, você pode treinar sua mente para a positividade na tomada de decisão. Para mim, isso significa tirar um momento ao fim de cada dia para escrever sobre alguma coisa que deu certo. 

Uma experiência demonstrou que fazer isso por uma semana estimula felicidade em até 6 meses.

Em uma cultura tão focada no sucesso, é fácil esquecer a importância do fracasso. Se você não está falhando, você não está dando o melhor de si. Aprender como ser otimista em vez de fazer o contrário é a chave — transformar desafios em aprendizados é a maior habilidade que cada empreendedor pode aprender.

VENHA FAZER PARTE DESTA EQUIPA AQUI